Como querer ser reconhecido como NAÇÃO um país que sequer sabe dar o devido valor ao que realmente tem valor?
Como reeleger um político que não cumpriu nem "1,5%" (já que ele gosta tanto deste número) dos compromissos assumidos durante a campanha?
Porque nomear alguém que nunca soube o que é ter que ensinar conteúdos, muitas vezes enfadonhos (para cumprir "curriculo minimo"), para secretário de EDUCAÇÃO?
De que me serve minha INDIGNAÇÃO diante de uma INDIGNA NAÇÃO?
Indigna, segundo Aurélio Buarque de Holanda, "adj. Que não é digno; que não merece: indigno de perdão. / Mau, odioso: tratamento indigno. / Desprezível; que desonra: conduta indigna. / S.m. Pessoa indigna, vil."
Será que este país do "rouba mas faz" é digno de profissionais doando a vida (como os bombeiros) por tostões?
Será que ser professor é mesmo uma questão de SACERDÓCIO, como muitos teimam em argumentar,na tentativa de me fazer abandonar a luta por um salário DIGNO (o antônimo de indigno)?
Quem usa tais argumentos, saberá o que é sacerdócio, como vive e quanto recebe de remuneração por seus serviços, um sacerdote? Ou acredita que ele não recebe nenhum ordenado?
Quantas quetões, dúvidas de alguém que aprendeu que EDUCAÇÃO não se faz com respostas prontas, com um planinho medíocre de MERITOCRACIA , que não considera a variação NATURAL existente na população HUMANA, que não considera o INDIVÍDUO como uma parte do TODO.
Será que há argumentos, suficientes e fundamentados, para rebater tais questionamentos?
Sigamos firmes até o único final aceito, a VITÓRIA! Vitória da DIGNIDADE, da CONVICÇÃO de estar sendo instrumento para o aprendizado da CIDADANIA, pois como li em uma das faixas usadas pelo movimento "professor que não luta por seus direitos não pode usar a palavra CIDADANIA em suas aulas" (ou algo parecido).
Abraços,
Erika Espindola
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